Preservação Digital no Ministério Público: Um Caminho para a Proteção da Memória Institucional

Vamos explorar as diretrizes propostas para a elaboração de uma política de preservação digital no Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ). A importância da preservação digital para garantir autenticidade, integridade e acesso contínuo aos documentos digitais no contexto institucional.
preservação digital mprj



Por que a preservação digital é essencial?

Com o crescimento exponencial da produção de documentos digitais, a preservação dessas informações tornou-se um dos desafios mais urgentes para instituições públicas. No Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), a criação de uma política de preservação digital não é apenas uma necessidade técnica, mas uma estratégia para assegurar a memória institucional e a transparência administrativa.

Documentos arquivísticos digitais representam mais do que registros operacionais; eles são testemunhos históricos e jurídicos que precisam ser protegidos contra o esquecimento e as falhas tecnológicas. Este post analisa as diretrizes propostas para a elaboração de uma Política de Preservação Digital (PPD) no MPRJ, destacando sua relevância e impactos.



O que é uma Política de Preservação Digital (PPD)?

Uma PPD é um instrumento institucional que estabelece princípios, diretrizes e responsabilidades para a gestão e preservação de documentos digitais. Ela garante que os documentos arquivísticos sejam armazenados em ambientes confiáveis, protegendo características como autenticidade e organicidade, enquanto assegura o acesso a longo prazo.

No caso do MPRJ, a PPD é vista como um pilar para consolidar a governança documental e alinhar práticas arquivísticas às normas internacionais, como a ISO 30300. O documento aborda desde a classificação e destinação final dos registros até a escolha de sistemas tecnológicos adequados, como os Repositórios Arquivísticos Digitais Confiáveis (RDC-Arq).



Como o MPRJ está estruturando sua PPD?

O MPRJ tem trabalhado na análise de normativas internas e na identificação de elementos essenciais para a preservação digital. Além disso, a criação de grupos de trabalho multidisciplinares tem sido fundamental para implementar projetos de gestão documental que integrem práticas arquivísticas e tecnológicas.

Essas ações incluem o uso de Sistemas Informatizados de Gestão Arquivística de Documentos (SIGAD) e o alinhamento com diretrizes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), garantindo que a preservação digital seja uma prática consolidada e eficiente.




Autores: Fernanda Maria Pessanha Viana Maciel | Alexandre de Souza Costa
Artigo completo em: Diretrizes para a elaboração da política de preservação digital do ministério público do Estado do Rio de Janeiro.

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